
Fióti usou as redes sociais nesta terça-feira (1º/3) para negar que tenha desviado R$ 6 milhões da empresa Lab Fantasma, que administrava junto com o irmão Emicida.
“Diante das matérias publicadas na imprensa hoje, Evandro Fióti vem esclarecer: Nunca desviou qualquer valor da LAB Fantasma ou de empresas do grupo. Todas as movimentações feitas durante sua gestão foram transparentes, registradas e seguindo os procedimentos financeiros adotados pelos gestores, assim como as retiradas de lucros ao sócio e artista Emicida”, afirmou em nota.
Entenda a polêmica de Fióti e Emicida
- Emicida usou as redes sociais na última sexta-feira (28/3) para informar que rompeu a parceria empresarial de anos com o irmão, Evandro Oliveira, conhecido como Fióti.
- Os irmãos começaram a trabalhar juntos em 2009, quando fundaram a Laboratório Fantasma, uma empresa afro-empreendedora na periferia da Zona Norte de São Paulo.
- “Informamos que, a partir desta data, Evandro Roque de Oliveira (Fióti) não representa mais os interesses da carreira artística de Leandro Roque de Oliveira (Emicida)”, diz o comunicado publicado no Instagram do músico.
- Dias depois, parte do processo judicial foi revelado. Emicida acusa o irmão de ter desviado R$ 6 milhões da empresa Lab Fantasma.
Além disso, o ex-CEO da Lab Fantasma afirma que há um acordo, assinado por ele e Emicida no final de 2024, que estabelece a distribuição societária igualitária entre os dois.
“A administração das empresas sempre foi conjunta, conforme acordo formal ratificado assinado por ambos em dezembro de 2024, que estabelecia, entre diversas premissas e declarações de parte a parte, a gestão compartilhada das empresas, a divisão igualitária de ativos e passivos (50% para cada sócio), além do conhecimento prévio a ambos acerca de movimentações financeiras relevantes.”
Por fim, a defesa de Fióti conclui: “A acusação de ‘desvio’ é falsa e inverte os fatos. O próprio processo judicial contém documentos que comprovam que Emicida recebeu valores superiores, incluindo distribuições de lucros acordadas entre as partes. A divulgação distorcida de informações parciais de um processo é gravíssima e será tratada com as medidas legais cabíveis, em todas as esferas, inclusive penal”, finaliza a nota.
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